Caminhoneiros de diversas regiões do país voltaram a discutir a possibilidade de uma paralisação nacional diante da alta no preço do diesel.
A mobilização ganhou força após reunião realizada no Porto de Santos, reunindo lideranças do setor que demonstram insatisfação com os impactos do combustível nos custos do transporte.
A categoria avalia que as medidas anunciadas pelo governo federal, como a zeragem de impostos e subsídios, não foram suficientes para conter os aumentos, especialmente após reajustes aplicados pela Petrobras. Entre as principais reivindicações estão maior fiscalização dos preços, revisão de pedágios e garantia do cumprimento do piso mínimo do frete.
Diante do cenário, o governo tenta conter o avanço da mobilização com novas ações. Entre elas, estão o reforço na fiscalização do setor, incluindo postos e distribuidoras, e medidas para garantir o cumprimento da tabela de frete.
Apesar do clima de tensão, representantes dos caminhoneiros ainda mantêm diálogo com o governo na tentativa de evitar uma paralisação.



