O Senado Federal do Brasil aprovou um projeto que amplia a licença-paternidade no país de cinco para até 20 dias. O texto agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A mudança será gradual: 10 dias nos dois primeiros anos, 15 dias no terceiro e 20 dias a partir do quarto ano de vigência da lei. O projeto também prevê que o pagamento do benefício seja feito pela Previdência Social.
A regra também valerá para pais adotivos e permitirá que parte da licença seja utilizada até 180 dias após o nascimento ou adoção da criança. Em casos excepcionais, como a morte da mãe, o pai poderá ter direito ao período equivalente à licença-maternidade, de 120 dias.



