A cantora brasileira Simony está enfrentando um processo judicial nos Estados Unidos, onde é acusada de agredir uma funcionária da Delta Air Lines. O incidente, que ocorreu em Orlando, Flórida, em 9 de fevereiro deste ano, foi incluído em um processo que Simony move na Justiça brasileira, onde solicita uma indenização de R$ 55.388 após ter sido impedida de embarcar em um voo de retorno ao Brasil.
Segundo a Delta Air Lines, o conflito surgiu quando Simony se recusou a seguir as orientações da comissária de bordo sobre o excesso de bagagem de mão. A empresa alega que a cantora, além de ignorar as instruções, exibiu comportamento agressivo, gritando e segurando fisicamente a funcionária pelo braço. A situação se agravou a ponto de a comissária chamar a polícia, temendo pela própria segurança.
A funcionária relatou que Simony se levantou de uma cadeira de rodas e começou a gritar, segurando-a pelo braço e empurrando-a contra a parede, resultando em um ferimento no ombro. Devido ao estresse do momento, a funcionária solicitou ajuda policial imediatamente.
Simony nega as acusações de agressão. Em sua defesa, ela afirma que chegou ao aeroporto dentro do prazo estabelecido para o embarque internacional, acompanhada de seus quatro filhos, e que a mala de mão continha medicamentos essenciais para o tratamento contra o câncer. A defesa de Simony argumenta que a recusa da companhia aérea em permitir seu embarque foi baseada em uma falsa alegação de agressão. A cantora sustenta que jamais agrediu a funcionária e que as câmeras do aeroporto podem provar sua inocência. Além disso, Simony explicou que estava usando uma cadeira de rodas por exigência da empresa, devido ao seu estado de saúde debilitado.



